Com empatia e agilidade, fintech revoluciona forma de lidar com quem está devendo, transformando um trauma em algo solucionável, e leva acesso a quem não está incluso no sistema bancário

A população está inadimplente. De acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), o percentual de pessoas devedoras chegou a 71,4% em julho deste ano. É o maior índice desde janeiro de 2010, quando a pesquisa começou a ser realizada.

E, por conta disso, há cada vez mais aqueles vivendo com a sensação de estar em uma “bola de neve”, na qual acumulam mais pendências e não conseguem prever o dia em que, finalmente, terão o alívio de estar com tudo quitado. Este desconforto, somado às constantes cobranças via telefone e outros canais, torna o dia a dia uma realidade difícil de lidar.

Para transformar este cenário, abominado pelo consumidor e que desgasta o relacionamento dele com as empresas, foi criado o Uffa, fintech que proporciona uma experiência positiva às pessoas que precisam resolver um problema financeiro, seja na negociação de uma dívida, solicitação de crédito ou abertura de conta corrente. A solução é pautada na empatia com quem está devendo. Sem ligações, sem excesso de mensagens, sem stress. Uma forma humana de tratar algo que pode ocorrer com qualquer um.

“O número de brasileiros endividados mostra como não existe um perfil fixo daquele que deve. Estar sujeito a passar por isso é natural, mas a forma como estas pessoas são tratadas, não. Uma despesa não quitada, muitas vezes, não representa apenas uma quantia de dinheiro que deve ser paga. De forma indireta, ela altera a qualidade de vida, trazendo mudanças de humor, brigas com parceiros, divórcios, além de atrapalhar a relação com familiares e aumentar o mau desempenho no trabalho”, contextualiza a CEO e fundadora do Uffa, Ana Paula Pisaneschi.

Com uma cobertura de serviços que vai da dívida ao crédito, a plataforma transforma um segmento que era lembrado de forma traumática pelas pessoas. Sua solução de fácil usabilidade realiza a consulta do CPF, simulando diferentes cenários para negociação, tudo em menos de 3 minutos. Hoje, são mais de 14 milhões de pessoas e empresas cadastradas na plataforma.

Em todos os aspectos, a fintech transforma uma experiência negativa do passado em uma jornada positiva. Além da forma humanizada de falar com seus usuários, a startup traz um caminho gamificado e de linguagem simples. Tudo, claro, para que quem está inadimplente - e tem outros problemas relacionados a isso para lidar - possa se sentir finalmente seguro e entendido.

Ao negociar uma dívida pela plataforma, o usuário também pode receber cashback, por meio de um cartão pré-pago de custo zero. É uma forma de motivar ainda mais as pessoas a quitarem suas pendências dentro da plataforma. A iniciativa é válida, inclusive, para aqueles que não possuem contas em bancos, o que é uma forma da fintech incluir os milhões de brasileiros desbancarizados.

Outro serviço da fintech é o acesso a crédito. O Uffa oferece um marketplace para avaliação de ofertas de diversas operadoras. “Antes de sermos CPFs, somos todos seres humanos. Com famílias, com histórias de vida. Compreender isso em todas as camadas é o que nos guia aqui dentro do Uffa para lidar com nossos usuários”, finaliza a CEO.